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parque das esculturas

20 junho, 2009

Neste fim de semana começa o inverno. E, com ele, vem a alta temporada em Campos do Jordão, no interior de São Paulo.

Esse vai ser o primeiro ano (acho que dos últimos cinco) que eu não vou para lá. Nossa família era sócia do Satélite, esporte clube do Banco do Brasil, que tem uma das suas filiais na cidade. Apesar de parecer ser apenas um daqueles esquemas de colônias de férias, sem muitas regalias, o de Campos era realmente grande e localizada numa área bem bonita da cidade, ainda que não tão perto da movimentada Capivari. Eu adorava!

O clube tem um lago com carpas, quartos com vista para o gramado lindo-a-perder-de-vista, esportes tipo tirolesa e arvorismo, além de quadras de tênis e futebol. E o melhor choconhaque do mundo! haha. Infelizmente meus pais não são mais sócios, mas vou guardar lembranças muito especiais de tudo que já vivi lá.

Mas minha relação com Campos vem de muuuuito antes. A primeira vez que eu me lembro de ter estado na cidade foi quando eu tinha onze anos. De lá para cá, fui e voltei muitas vezes, com pais, irmão, primos, avó, namorado, amigos. Andei de teleférico, comi queijadinha no pico do Itapeva, subi no elefante e paguei micos do tipo.

Apesar da cidade ser superbadalada na temporada de inverno, o que me faz gostar de lá nem é o agito. Aliás, o fuá até me incomoda: há dois anos estivemos lá no Corpus Christi e eu jurei jamais voltar nessa data, tamanho perrengue passamos com trânsito e afins.

Eu gosto mesmo é da cara de cidade pequena do interior, mas com aquele charme de lugares de clima frio, ‘europeu’. Sempre fui péssima aluna de geografia, mas creio que o nome da vegetação característica é a araucária, que me encanta também. Adoro caminhar ao lado dos trilhos do trem, que percorrem boa parte da cidade. Acho tão bucólico!

 campos

Mas o meu passeio favorito, sem sombra de dúvida, é o Auditório Cláudio Santoro, ou, como eu gosto de chamar, ‘parque das esculturas’. Ele fica perto daonde ficávamos, e sou apaixonada por tudo: pelo parque, pelo auditório, pela vista, pelo ar, pelo silêncio. É um dos poucos lugares aonde sou capaz de sentir uma paz incrível e inexplicável. Posso ficar horas e horas passeando, respirando o ar puro, pensando na vida.

As esculturas são de Felícia Leirner, e o seu museu é ao redor do auditório: ou seja, a céu aberto e ao ar livre, no tal ‘parque’, como eu chamo. É nesse auditório também que ocorrem as apresentações do Festival de Inverno, que costuma acontecer em julho, com ballet e música clássica, lá dentro ou num espaço com concha acústica, situado do lado de fora, mas ainda dentro do museu.  

O preço para visitação costuma ser simbólico, algo em torno de R$2, e super vale a visita! 

Auditório Cláudio Santoro e Museu Felícia Leirner
Alto da Boa Vista | Campos do Jordão, SP

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2 Comentários leave one →
  1. jessica permalink
    19 outubro, 2009 7:17 pm

    a figura é linda

    • nath permalink*
      19 outubro, 2009 9:48 pm

      muito obrigada jessica!
      a foto é minha, ;]

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